
Um muro...uma parede...
uma barreira...um obstáculo.
Uma lágrima vertida de um olho,
Um sorriso que se transforma em brilho,
num amor esquecido na grande certeza
um certeza de que é o último juízo.
Não consigo olhar as cores da mesma forma.
É como se um daltonismo agudo se apoderasse de mim, ganho a sensibilidade de no problema ver AQUELA cor.
A cor perfeitamente imperfeita, única, é como se fosse à parte de qualquer arco-íris ou fórmula matemática estudada fazendo-se presente.
É como acordar e sorrir ou simplesmente dormir, isso me torna colorido.
Não importa... se assumo...ou não, se na realidade ou obscuridade, eu sou realmente eu. Importa que desfruto de momentos, roço, agarro , sinto, envolvo-me e deixo-me envolver no mais ínfimo de mim. Importa que me perco sempre que estou a me amar ou deixo que me amem em explosões ou reações suaves de paixão, amor, carinho ou amizade... (ou o raio se assim quizer chamar).
ME AMO nesta cor que não sei definir... mas, que só vejo e sei que existe neste momento único...
Não entenderas, mais se entender não queira o bem... mais sim o mau!
