segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Minha Complexidade


Parei e percebi quem o grande se faz sobre o simples... porem com tamanha complexidade que se torna aflitivo de entendimento para que se eternize na dificuldade do saber.


Um muro...uma parede...
uma barreira...um obstáculo.
Uma lágrima vertida de um olho,
Um sorriso que se transforma em brilho,
num amor esquecido na grande certeza
um certeza de que é o último juízo.


Não consigo olhar as cores da mesma forma.
É como se um daltonismo agudo se apoderasse de mim, ganho a sensibilidade de no problema ver AQUELA cor.
A cor perfeitamente imperfeita, única, é como se fosse à parte de qualquer arco-íris ou fórmula matemática estudada fazendo-se presente.
É como acordar e sorrir ou simplesmente dormir, isso me torna colorido.
Não importa... se assumo...ou não, se na realidade ou obscuridade, eu sou realmente eu. Importa que desfruto de momentos, roço, agarro , sinto, envolvo-me e deixo-me envolver no mais ínfimo de mim. Importa que me perco sempre que estou a me amar ou deixo que me amem em explosões ou reações suaves de paixão, amor, carinho ou amizade... (ou o raio se assim quizer chamar).

ME AMO nesta cor que não sei definir... mas, que só vejo e sei que existe neste momento único...

Não entenderas, mais se entender não queira o bem... mais sim o mau!